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Como levar a vida em paz
Yamamoto Tsunetomo, grande samurai do século 18, escreveu o Hagakure, que é o Livro do Samurai que nos entrega os ensinamentos do Caminho do Guerreiro. Estes escritos dele foram produzidos depois que se retirou da vida de vassalo, quando seu senhor feudal morreu e a nova legislação proibia aos samurais de cometerem seppuku (suicídio ritual conhecido popularmente como harakiri). A partir daí ele levou uma vida reservada, de monge.
As irregularidades científicas da Gripe A (H1N1)
Vejam no vídeo abaixo a entrevista concedida por TERESA FORCADES, que é freira beneditina no monastério de Montserrat, na Catalunha (Espanha), e doutora em Saúde Pública.
Encarando o tabagismo sem medo
Se você é fumante, certamente já deve ter pesquisado um pouco ou muito sobre os malefícios do cigarro à sua saúde.
Sobre medo e paranóia
A canção Paranóia, de Raul Seixas, tem uma marca importante na minha vida. A primeira vez na vida que descobri que eu não fui a única criança a ter tido medo ao ficar sozinho e nu no banheiro foi ao ouvir esta música.
O Mito do Phenix: Da Morte Psíquica ao Nascimento do Pensamento
O Phenix, Da Morte Psíquica ao Nascimento do Pensamento: movimento, referencial, identidade.
A Experiência do Medo No Caminho de Volta à Inocência
O medo é um sentimento comum a todo ser encarnado, humano ou não. Entrar num corpo físico para experimentar a densidade da matéria causa medo a toda alma, que precisa perder a consciência de sua leveza e energia para se sentir no peso e escuridão da matéria.
Preciso aprender a perder o medo de só ser
Gilberto Gil é um de nossos maiores mestres, não só na área musical, mas sobretudo humana.
O medo da origem é o mal
A música Monólogo ao pé do ouvido, de Chico Science & Nação Zumbi, do disco Da Lama ao Caos, contém um verso muito interessante: o medo dá origem ao mal.
Por que temos medo de amar?
Uma vez, estava num programa de rádio, respondendo perguntas sobre o relacionamento humano, quando, por telefone, um rapaz me questionou por que temos medo de amar.
ADÃO E EVA E O PECADO ORIGINAL
-Perdendo o medo de se ver no isolamento-
Lá pelos idos da década de sessenta, investida da minha natural curiosidade infantil e já nos meus questionamentos da condição humana, creio até que precocemente, perguntei à minha professorinha de terceira série primária o que significava o pecado original. Lembro que, muito constrangida, ela me olhou desconfiada e respondeu que quando eu crescesse eu obteria a resposta que queria.
